terça-feira, 22 de julho de 2008

Dormi na praça pensando nela.


Não quero pagar de cool, apenas tenho vontade de exercitar minha capacidade racional musical, que felizmente não se contenta com versos bizarros a lá Bruno e Marrone.
Quem nunca se revoltou com tamanha “diversidade” de temas nas letras de música sertaneja, que atire a primeira botina. É sempre o mesmo blá blá: Fulana traiu Fulano e foi embora, Fulano não consegue viver sem Fulana e não satisfeito com o belo par de galhos, quer que ela volte para ele.
É inevitável que tal criatividade provoque (em alguns) aversão a esse estilo musical, por isso sou a favor do método simples e prático: chegar nos compositores de tais letras pra tentar explicar que existe vida além do chifre e que a galera “não tá nem ai” se ele é ou deixa de ser corno.
Por esses e outros motivos que manter-se afastado às vezes pode ser considerado sinônimo de inteligência, sempre acontecem coisas melhores ou piores que ganhar uns galhos, é só ter consciência de que (como diz o Tequila Baby) “tem um mundo acontecendo lá fora”.

Um comentário:

Suellen Precinotto disse...

aquele velho dilema de que a maioria sempre vence deveria ser usado nessas horas. a true do rock não gosta de serteNOJO? bane.
vamos nos rebelar, porque rimar leilão com coração é muuuuuuita putaria :} adorei o post,mazão :*